|
|
|
|
|
|
|
Cálcio quelato |
200 mg |
|
Calciferol
(Vita D3) |
400 UI |
|
Boro quelato |
2 mg |
|
Retinol (Vita A) |
10.000 UI |
|
Fluoreto de sódio |
25 mg |
|
Riboflavina (Vita B2) |
10 mg |
|
Magnésio quelato |
100 mg |
|
Menadoina
(Vita K) |
0,1 mg |
|
Manganês quelato |
10 mg |
|
Cobalamina
(Vita B12) |
0,5 mg |
|
Zinco quelato |
10 mg |
|
Fósforo quelato |
50
mg |
|
|
|
|
|
|
|
Tomar 1
unidade no almoço |
|
Tomar 1
unidade no jantar |
||
Comentários sobre a fórmula
Os íons Cálcio, magnésio e fósforo são os maiores componentes dos ossos e
músculos. A homeostasia destes elementos depende da absorção intestinal, do
equilíbrio com a reserva óssea, e excreção renal. Esses processos são regulados
pelo paratormônio, calcitonina e vitamina D3 com seus metabólitos ativos.
O boro atua
prevenindo a osteoporose em mulheres na fase pós menopausa. Após 8 dias de suplementação
de boro, a excreção de cálcio e magnésio ficou reduzida observando-se aumento
de 2 vezes na produção de uma forma ativa de estrogênio e de testosterona. Este
fato foi comprovado por Nielsen que observou que a suplementação de boro
proporcionou a diminuição da taxa de perda de cálcio pela urina em 40%.
O boro seqüestra a riboflavina (vita B2), obrigando
a reposição da mesma na dosagem de 10 a 20 mg/dia.
Suplementação de cálcio na idade adulta é importante para
que a mulher tenha na menopausa o pico de massa óssea máxima. A suplementação
de Cálcio esta relacionada com o íon magnésio na proporção de 2:1.
A suplementação de cálcio deve ficar entre 1,0 a 1,5
g por dia.
O magnésio
está envolvido na conversão da vitamina D à sua forma ativa; quanto maior a
ingestão de magnésio maior a densidade óssea; o magnésio é necessário para a
ativação da fosfatase alcalina que está envolvida na formação dos cristais de
cálcio ósseo.
Na terceira idade, a absorção intestinal de cálcio está diminuída, com
redução da capacidade de receptores da vitamina D nos enterócitos, para compensar,
necessita-se de 200 a 400 Ul de vitamina D diariamente. Acredita-se que em
nosso meio, cerca de 15 minutos diários de exposição ao sol em apenas 5% da
superfície corporal, sejam suficientes para a síntese das necessidades mínimas
de vitamina D.
Quando já temos osteopenia e osteoporose deve
utiliza-se por pelo menos 2 a 3 anos para a estabilização da massa óssea. Neste
período deverá ser feita monitoração dos níveis de vitamina D, pois os quadros
de intoxicação de vitamina D se acompanham de hipercalcemia e hipercaleiúria,
com suas conseqüências deletérias ao organismo.
Fluoreto
O fluoreto é muito osteogênico. Seu uso é indicado na
osteoporose de baixo 'turnover'. O flúor se une a hidroxiapatita, diminui a
solubilidade óssea e o osteoclasto fica menos atuante, com isso, diminui a
reabsorção óssea.
A aplicação clínica do fluoreto deve ser feita com
prudência nas mulheres na pré-menopausa e evitada nas pacientes com osteopenia
cortical acentuada devido ao risco de fratura na região proximal do fêmur.
Uma dose razoável seria o equivalente a 25 a 35 mg de
Fluoreto de Sódio por dia.
O manganês sensibiliza as membranas dos osteoblastos
e estimula a produção de mucopolissacarídeos; dose de 5 a 10 mg/dia.
O zinco age no crescimento ósseo e protege contra a
perda da massa óssea.
Doenças incapacitantes e repouso prolongado diminuem
Zinco. Dose de 10 a 50 mg/dia.
O
fósforo compete com zinco, prejudicando sua absorção.
A vitamina K participa na produção de osteocalcina e
converte o ácido glutâmico em ácido gama-carboxi-glutâmico, que atrai íons
cálcio. Doses de 0,1 a 0,2 mg/dia.
Vitamina B12 - Cobalamina
Aumenta a formação do osteoblasto; aumenta a ação do
osteocalcina; dose de 0,5 a 1,0 mg sublingual.
Referências:
Newnham RE. Essentiality of boron for healthy bones and joints. Environ Health Perspect
102(7):65-72,1994.
Massie HR - Effect
of dietary boron on the aging process. 102(7):45-48,1994.
Nielsen FH –
Nutritional requirements for boron, silicon, vanadium, nickel and arsenic:
current knowledge and speculation. FASEB 5:2661-2667,1991.
Nielsen FH Hunt CD, Mullen
LM, Hunt JR – Effects of dietary boron on mineral, estrogen and testosterone
metabolism in postmenopausal women. FASEB 1:394-397,1987.
Nielsen FH. Facts and
fallacies about boron. Nutrition Today, May/June 6-12,1992.